Meta e Google mudaram o jogo: as plataformas confiam cada vez mais no próprio algoritmo (Advantage+, Performance Max) e cada vez menos na segmentação manual. O que decide performance hoje é a combinação de criativo, oferta e página de destino.
A estrutura de conta que funciona hoje
Menos campanhas, mais criativos. Uma a três campanhas por objetivo, com muitos anúncios rodando em paralelo, dão ao algoritmo o volume de sinal de que ele precisa.
Otimize sempre por um evento de valor real — orçamento enviado, venda, contrato — e não por cliques ou visualizações. Se o volume de conversões for baixo, use um evento intermediário confiável até ganhar escala.
Criativo é a nova segmentação
O anúncio escolhe o público. Uma peça falando de preço atrai um perfil; outra falando de prazo atrai outro. Por isso, teste ângulos e não apenas cores de botão.
Mistura recomendada: UGC, depoimento de cliente, demonstração de produto, comparativo e institucional. Sempre em vertical e com legenda embutida — a maioria assiste sem som.
A página de destino decide metade do resultado
Campanha boa em página lenta é dinheiro no lixo. Carregamento abaixo de 2,5 segundos, promessa igual à do anúncio, prova social visível e formulário curto costumam valer mais que qualquer ajuste de lance.
Métricas na ordem certa
Olhe primeiro CAC e CPL, depois ROAS, depois taxa de conversão da página e frequência. CPM isolado engana: um CPM alto com CAC baixo é um ótimo negócio.
Faça leitura semanal para criativo e mensal para estratégia. Trocar campanha todo dia impede o aprendizado do algoritmo.




